O quanto prestamos atenção nos desenhos dos nossos filhos? As vezes tratamos o desenho como apenas um fazer lúdico, mas vale ir além disso. O desenho infantil, se bem utilizado, pode colaborar para fortalecimento de vínculos, sinalizar o nível de desenvolvimento motor e linguístico, bem como, revelar o universo emocional do seu filho. Desta maneira, como podemos valorizar ainda mais o desenho infantil?

Fortalecimento de vínculos familiares

Peça a criança que desenhe a sua família. O desenho demonstra muito sobre como a criança percebe suas relações, o desenho mostra sua posição dentro do ambiente familiar, suas afeições e identidade. Aproveite este exercício para conversarem sobre a família. Por fim, o desenho pode virar um lindo porta-retrato.

Aqui em casa, o André (com 3 anos) representou a família em garatujas e o irmão mais velho, o Francisco (6 anos), foi retrato com uma dimensão menor que a dele. Francisco ao ver não gostou, questionou-se. Isso é natural, a percepção de dimensão do André ainda está em construção. Entenda melhor no texto abaixo:

Evolução motora e cognitiva

  • As crianças de até três anos, estão na fase da garatuja, ou seja, desenhos com riscos simples, pouco controle motor, poucas informações, e geralmente sem uma intenção ou ordem ao desenhar.
  • A partir dos três anos aos seis, a criança já busca mais realidade no seu desenho, representa detalhes e, geralmente, reproduzem algo da vida prática ou de algum desenho animado ou história que mais gosta. Nesta fase preferem o lápis e não mais o giz de cera.
  • Entre os seis e dez anos, a criança já usa o lápis de colorir com habilidade e seu sentido emocional é mais facilmente observado nos desenhos.

Contando suas emoções

Medo, ansiedade, alegria são emoções que a criança expressa em seus desenhos a partir dos 6 anos de idade, isso porque ela reproduz no desenho boa parte da sua realidade. Criança mais silenciosa, usa com mais frequência o desenho para se expressar, inconscientemente (ou não) ela deixa pistas sobre os seus sentimentos no desenho.

Aproveite e escolha o lápis ideal para colorir. A BIC tem várias opções, sempre com a qualidade que garante cores lindas, lápis que não lasca, fácil de apontar, tecnologia interna para que o lápis não quebre com facilidade, além de ponta resistente e ergonomia para as ‘mãozinhas’: O lápis que o Francisco (6 anos) está usando é o Bicolor (lápis de cor com ponta dupla, com corpo hexagonal que ajuda na firmeza da coordenação motora e, ainda, seu formato evita que o lápis role na mesa). André (4 anos) está usando o Evolution 24 cores, já conhece as cores primarias e as secundárias, a ponta é mais firme a quebra.

Curso de Gestante na SOS MaternaUnivali cria robôs para aprendizagem na educação infantil
error: Conteúdo sem permissão para copiar. Desculpe!